O nosso ministro diz que vai fazer o que for preciso para
conter o fortalecimento do real.
Vai fazer swap, e se não resolver, vai taxar as entradas em dólares
no país, vai fazer taxação de importações e por ai vamos.
Quer dizer, o PT está alimentando a inflação em varias
frentes:
1.Taxação de centenas de produtos industriais. Motivo:
proteger a nossa indústria, que vai certamente aumentar seus preços já que não
há competição.
2.Comprar os dólares emitindo real, em outras
palavras vamos fazer nosso próprio QE.
3.Abaixando a taxa de juros Selic.
4.Incentivos à demanda.
Vamos retomar o crescimento? É claro minha gente: vamos ter
falta de mão de obra no Brasil e, os que estão trabalhando, ficarão metade do
tempo em greve correndo atrás dos preços e pedindo salários melhores. Principalmente os funcionários públicos.
De agora em diante o imposto invisível vai grassar pelos
bolsos dos trabalhadores. Quero vê-los reclamando - Com o Deus deles, Lulla.
Não é à toa que o governo está baixando alguns impostos,
precisa fazer o serviço da enganação.
Senhores, estivemos vendo o ditado popular “O Barato sai Caro”
acontecendo na nossa cara.
O povo brasileiro
comprou um governo Xing ling, comprou um produto que não vale uma merda de
cachorro, um produto que pode ser comparado com às bugigangas chinesas.
É só demagogia na televisão, jogo de cena e a verdade já está
ai na sua cara.
Eu aposto minha vida
como a inflação voltará em menos de 6 meses e com uma virulência jamais vista, mesmo
no final dos tempos da inflação no Brasil da década de 80.
E eu fico aqui me perguntando: Para que fizemos aquele sacrifício?
Perdi minha vida lutando pelo Brasil e o que recebo em
troca?
Lulla.
PQP
Em quem eles vão botar a culpa? Na herança maldita?
Estou até sem palavras depois de assistir a essa imbecilidade econômica.
Diz um presidente regional do FED que estava preocupado com
o QE infinito.
“Enquanto a inflação não for maior do que 2,25% nos EUA
poderemos continuar imprimindo dinheiro”.
Boa frase, uma coisa extraordinária na verdade, vindo de um
economista presidente regional do Banco Central Americano.
Mas suponha você que antes da posse do novo presidente
americano, ou velho, se Obama ficar, a inflação suba para 2,50% ao ano. O que
aconteceria então?
O FED aumentaria os juros para 0,25% ao ano? E se no outro
mês as coisas perdessem a vergonha e pulassem para 2,90% de inflação? O FED
aumentaria a taxa de juros ou puxaria o fio da tomada das maquinas de
impressão?
Vai ser muito engraçado de se ver como o FED vai explicar a
nova politica monetária para o mundo. Só que agora correndo atrás do monstro
verde da inflação.
,Pensam vocês que uma extensão Ad infinitum do QE americano tem só as razões explicitadas pelo FED?
Vejam esse mapa. Ele mostra as cidades americanas que
pediram falência desde 2010. E o número continua crescendo.
O que isso quer
dizer? Quer dizer, sem policia, sem bombeiros, sem recolha de lixo, sem água, sem eletricidade,
sem salários, sem aposentadorias, sem prefeito, sem delegados, sem
funcionários.
Então o FED deu um jeito de dar dinheiro grátis aos bancos
para que estes façam empréstimos aos cidadãos dessas cidades, e à própria cidade.
A situação está feia por lá, mas eles são fortes para saírem
da confusão, não acham? Afinal podem imprimir dinheiro, o quanto quiserem, sem
maiores consequências.
Revolução energética nos EUA pode atrapalhar o 'milagre' do pré-sal brasileiro
Complexidade e custo de produção deixariam o preço do barril competitivo apenas em um cenário de petróleo valorizado. No entanto, perspectiva é de demanda reduzida e aumento na produção norte-americana
Luís Bulcão, do Rio de Jane
Capitalização é aguardada para dar prosseguimento aos investimentos no pré-sal (Agência Estado)
Em 2005, 60% do petróleo dos Estados Unidos vinha de importações. O percentual caiu para 49% em 2010 e as estimativas da EIA para 2035 variam de 14% a 36%. O fenômeno é tratado pelos especialistas como a auto-suficiência da América do Norte
Descobertas em 2007, as reservas de petróleo na camada do pré-sal, tidas como o milagre necessário para lançar o Brasil rumo ao desenvolvimento, ou como "uma dádiva de Deus", como afirmou o então presidente Lula à época, ainda não estão sendo aproveitadas. Com os leilões para a exploração dos novos campos completamente interrompidos até que o Congresso entre em acordo sobre os royalties a serem aplicados no novo regime de partilha, o pré-sal é realidade apenas nos campos da Petrobras já em operação. A demora nas definições é um complicador a mais para uma exploração complexa, em uma área extremamente distante e profunda do oceano.
A lentidão também dificulta prever com exatidão o cenário em que ocorrerá, enfim, o benefício que o país pode ter com o pré-sal. A alta complexidade tecnológica e custo de produção deixariam o preço do barril competitivo apenas em um cenário de petróleo valorizado. No entanto, a perspectiva que agora surge é de que quando o Brasil passar a figurar na cena geopolítica como grande exportador da commodity, a demanda mundial pelo combustível mais cobiçado do último século pode não ser a mesma. A mudança aparece justamente porque os Estados Unidos — maior consumidor e importador de petróleo do planeta — vive uma revolução em sua matriz energética com o aprimoramento das técnicas para a produção de gás e petróleo provenientes de fontes não convencionais através da fracção de hidrocarbonetos.
Adam Sieminski, chefe da agência americana de informação energética (Energy Information Administration, EIA), afirma que diversos fatores contribuem para uma mudança radical no cenário geopolítico. Uma delas é a estabilização da demanda energética nos países desenvolvidos. Segundo ele, o crescimento da demanda vai se dar em países não pertencentes à OCDE, como Índia e China. Os consumidores tradicionais, como Estados Unidos, Europa e Japão estabilizaram a demanda. Os Estados Unidos, por exemplo, tiveram um aumento significativo na eficiência energética, uma vez que ao longo dos anos a indústria se esforçou para inovar e desenvolver tecnologias que utilizassem menos combustível. O outro fator que alivia a pressão americana por energia é justamente a variação de fontes. É aí que entram os combustíveis não convencionais.
Sieminiski aponta para duas formações rochosas nos EUA. Bakken, no estado de Dakota do Norte, e Eagle Ford, no Texas. "Não fiquem encabulados de não saberem onde fica Dakota do Norte. Grande parte dos americanos não sabe. Acham que fica em algum lugar perto do Canadá. E estão certos. Só que este lugar vai rapidamente chegar à segunda posição da cadeia produtiva de gás e petróleo nos Estados Unidos", disse. Em 2005, 60% do petróleo dos Estados Unidos vinha de importações. O percentual caiu para 49% em 2010 e as estimativas da EIA para 2035 variam de 14% a 36%. Em ambos os cenários, a demanda americana daqui a 23 anos seria completamente suprida pelas exportações canadenses e mexicanas. O fenômeno é tratado pelos especialistas como a auto-suficiência da América do Norte. "Acredito que os Estados Unidos possam até mesmo se tornar exportadores de petróleo. Isso seria muito curioso, porque temos uma lei federal que não permite exportação, justamente por sermos muito dependentes", disse Sieminski. "A oportunidade para o Brasil, caso o país possa aumentar sua produção, pode acabar sendo destinada a outros mercados", afirmou.
Dividindo a mesa com Sieminiski na Rio Oil & Gas, Helder Queiroz, diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) se mostrou mais otimista com as projeções para o pré-sal. Segundo ele, o Brasil é capaz de atingir os 4,5 milhões de barris de petróleo ao dia em 2020 — o que permitiria uma exportação variando de 1,5 milhões a 2 milhões de barris de petróleo ao dia.
Giovani Machado, superintendente de petróleo e gás natural da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), destaca que a estabilização nas importações de petróleo por países desenvolvidos, tanto pelo aumento da eficiência energética quanto pelo efeito da crise econômica mundial, implica em um cenário totalmente diverso para a atuação do Brasil como exportador. "Não só o Brasil terá que colocar os excedentes de petróleo em um mercado mais distante, como vai precisar chegar lá com um barril competitivo, ao mesmo tempo em que outros países produtores estarão perdendo mercado. Haverá uma dupla dificuldade para ser competitivo", disse.
Helder Queiroz disse não acreditar, no entanto, que o Brasil estaria correndo risco elevado para produzir no pré-sal, em um cenário de baixo preço do petróleo. "O fim do petróleo barato se traduz no fato de que as melhores reservas já foram descobertas. Hoje ficará cada vez mais difícil encontrar reservas de custo muito baixo", afirmou. No entanto, Queiroz admite que haveria problemas de viabilidade, caso o valor do barril ficasse abaixo dos 50 dólares. "Não existe risco zero na indústria do petróleo. Algumas das possibilidades ficam mais consolidadas à medida que você aumenta o conhecimento e tem resultados positivos. Você melhora a posição de risco, mas não chega a ser zero. Sabemos que o pré-sal fica longe da costa, a 7 mil metros de profundidade", afirmou.
Bem meus amigos, aguardemos a alta dos juros agora.
É fácil fazer essa previsão, sem medo de errar.
Como os governos querem manter as taxas de juros bem baixas,
para que o consumo sustente o crescimento econômico, o que vão conseguir é
apenas inflação e, por conseguinte vão ter de aumentar repentinamente as taxas
de juros na economia.
Imaginem agora o que os homens de mercado, os imediatistas
estão pensando? Todos eles.
Pensam assim: “com o
dinheiro do FED sendo jogado no mercado e criando inflação nós temos de comprar
tudo o que pudermos em commodities, e bens tangíveis”
Esse comportamento de manada vai impulsionar por algum tempo
os preços para cima, evidentemente. É o mercado inteiro comprando, não é?
No entanto, essas compras vão tornar os produtos mais caros,
e os governos, que contam com a capacidade ociosa da produção para que se vendam
produtos em quantidade, de forma tal que a economia retome o crescimento e os preços se
equilibrem.
A química parece certa, porém o desbalanceamento das
capacidades de produção nos diversos países, e as taxas de câmbio entre moedas,
vão colocar tudo a perder.
A inflação, quando aparece, precisa de um dos dois remédios
abaixo:
1.Ou uma diminuição da quantidade de moeda no
mercado, quer dizer, aumento de taxas de juros, ou aperto da politica
monetária, justamente o contrário do que o governo está fazendo agora.
2.Ou aumento da produtividade nas economias.
Sendo assim, como ninguém tem qualquer dúvida quanto ao
aumento da inflação, esperem, em poucos meses, um aumento considerável das
taxas de juros na economia, principalmente na brasileira. Por aqui a produtividade é petista, portanto...
A necessidade da captação de dinheiro para poder
manter as mamatas do governo funcionando, o que os burocratas chamam de “investimento”
precisa continuar, afinal é o motor de nossa economia. Se quisermos crescer,
isso não vai mudar.
Posto isso meus amigos, esperem a bolsa subir e quando a
economia retomar o crescimento, com a inflação galopando, o terror colocado no
bolso do trabalhador, greves para todo o lado, algum capitalista levado ao
ministério da economia ,vai consertar tudo de novo.
Uma mão interferindo na lei da oferta e procura. Melhor,
varias mãos interferindo no mercado. Qualquer BC no mundo está com as torneiras
abertas tentando inflar preços das empresas nas bolsas.
Com isso inflam todo o resto também
Quem tem moeda no
bolso, ao invés de ouro, ações e produtos na mão vai ficar pobre, dizem os
pessimistas também.
Enquanto isso, naturalmente em meio à recessão que o mundo
enfrenta, as vendas desabam e os preços explodem. Como pode ser isso? Você espera
que a empresa em que você apostou seu dinheiro tenha algum lucro, pois se não como pode o
preço de suas ações subir. Ai você se deu conta de que apostou em uma empresa
que, apesar da inundação monetária, vai falir.
O que estamos assistindo é que está chovendo dinheiro no
caixa dos bancos, e nenhum no meu bolso para eu gastar.
Na mídia estamos assistindo a uma comemoração e os
discursos, quase todos, dizem que as coisas econômicas, agora, vão dar certo. Em
seguida nos dizem... Compre, compre, compre, com um belo sorriso na cara.
Acho que não vou entrar nesse barco ai não.
Uma coisa eu sei. Os bancos vão receber essa grana do FED e
virão direto ao Brasil ganhar taxas de 7,5% ao ano, já que lá nos EUA a taxa é
zero e a inflação ainda é baixa.
Para eles, pouco importa a inflação no Brasil, que no
mais vai subir fortemente nos próximos 5 meses e, com ela, o susto do governo
vai ser enorme.
Esses planos mirabolantes duram o tempo necessário para você
entrar de gaiato no navio, e de repente tem gente escondendo suas vacas para não
vender barato.
A seguir vamos assistir as taxas de juros saírem de 7,5%
para 14% em dois tempos.
É uma lei da física, para cada ação há uma reação contrária.
Vou esperar o mercado fazer um fundo mais alto e compro sem medo.
Preço de imóvel é irrealista e insustentável, diz estudo.
Estudo conduzido por dois pesquisadores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta "possibilidade concreta de existência de uma bolha no mercado de imóveis no Brasil", que pode estourar com a possível elevação futura dos juros.
Ou, em outras palavras, que a disparada dos preços de casas, terrenos e apartamentos nos últimos anos está resultando em valores irrealistas, incompatíveis com os movimentos de oferta e procura do mercado -e, portanto, insustentáveis.
Assinado pelos economistas Mário Jorge Mendonça e Adolfo Sachsida, o trabalho alimenta com novos argumentos a controvérsia instalada entre estudiosos, compradores e vendedores. Os autores calculam que os preços tiveram alta de 165% na cidade do Rio de Janeiro e de 132% em São Paulo entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, contra uma inflação de 25% no período.
Com intervalos de tempo menores, em razão da indisponibilidade de dados mais antigos, também se constataram aumentos bem superiores à inflação em capitais como Recife, Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza.
O mundo esteve discutindo a ação do FED e do BCE quando eles dizem que irão fazer tudo para salvar a economia.
Os anúncios de impressão ilimitada de dinheiro, que primeiro comprará as dívidas dos bancos, isto é, o Estado comprará os papagaios não pagos dos bancos, monetizando as notas promissórias que são simplesmente lixo da historia.
Essa dinheirama toda, é claro, não vai chegar imediatamente às mãos do povo, mas ficará no balanço dos bancos e no caixa, pronta para ser gasta.
Posto isso vieram os altos funcionários dos bancos discursar que o mundo, em breve futuro, saberá se a semana passada foi um marco na historia da humanidade para o bem.
Já os críticos da ação dos Bancos Centrais afirmam que, em breve futuro, veremos um desastre econômico sem precedentes.O marco da semana passada será para o mal.
No anúncio das ações coordenadas de "estímulos" dos dois principais Bancos Centrais mundiais, já com o anúncio anterior de outro trilhão de yuan na China em "estímulos", vários bilhões de dólares no Brasil, os preços das ações, ouro, prata, petróleo, enfim, commodities em geral e expectativas de inflação, simplesmente explodiram.
Parece que os governos querem mesmo é salvar as suas peles colocando a nossa no fogo.
Um gráfico muito interessante de se ver é esse:
Ele mostra a expectativa de inflação nos EUA. A esticada depois do lançamento ilimitado do QE3 é inequivoca
Se o Ben Bernanke está vendo esse gráfico deve estar chorando de alegria.
O sujeito responsável pela politica econômica global afirma que a inflação é uma boa coisa.
Faz o povo saber que se não comprar hoje, amanha os produtos estarão mais caros, e com isso impulsionarão a economia para frente num frenesi de consumo, que afinal é o motor dessa loucura instalada na mente de 7 bilhões de indivíduos, chamada de "economia moderna".
Ele deve ser o Deus benevolente que a humanidade tanto aguarda. Serão sete bilhões de indivíduos estocando arroz, feijão, enlatados, farinhas, produtos de limpeza etc. etc.
Isso certamente salvará o mundo.
Quem afinal defende estas ações e manipula as populações?
Os defensores são os banqueiros, os presidentes dos grandes conglomerados industriais e comerciais, enfim, a elite mundial, que controla os partidos socialistas gastadores. Não pensem vocês que essa gente é capitalista.
Os capitalistas querem ver é a austeridade, as dívidas pagas e não roladas, o mercado funcionando.
Portanto somos hoje o inimigo a ser combatido.
Vão aparecer uns poucos Judas e bodes expiatórios aqui e ali, mas eles já ganharam a primeira batalha na guerra.
Em todos os países onde a austeridade já está em ação, não pelo gosto dos políticos, mas pela pura impossibilidade de achar dinheiro para pagar as contas, tal como Portugal, Espanha e Grécia, na Europa, Argentina e Venezuela, na América do Sul e em outros diversos países do leste europeu e norte da Ásia, estes bodes expiatórios serão indivíduos políticos, mas não os partidos a que seguem.
Será a expiação de alguns supostos malandros que estão infiltrados nos partidos socialistas. Ruim para eles. A troca de políticos é normal em eventos de fracasso econômico. Ainda bem que isso é verdade no Brasil também.
Primeiro Ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, sendo expiado e taxado de Gatuno, o que todos eles são. O Brasil não fez escola, mas passou de todos os limites na gatunagem recente. Parece que em Portugal o coelho sairá do mato.
O balanço econômico não vai ter condições de se equilibrar, mesmo com os estímulos. Pode dar certo aqui e ali por certo tempo, mas só começará a funcionar daqui a alguns meses, enquanto que os preços começarão a corroer as moedas, nossos bolsos e salários, imediatamente.
O que os governos querem afinal?
Voltar à antiga festa? Esquecer o que aconteceu e fazer retomar as antigas bolhas imobiliárias que explodiram a teoria econômica do século passado?
Mudar as leis da física e voltar ao passado é impossível, como todos sabem. Vamos ter de enfrentar o futuro, que eu, você, ou mesmo esse novo Deus da economia, não sabe como será.
O máximo que ele tenta fazer é manipular as condições para dirigir as populações ao consumo.
Como tive a experiência de viver durante o período inflacionário e hiperinflacionário no Brasil, posso imaginar como será um evento desses em escala global. Não será nada fácil, será muito veloz e acabará rapidamente também.
E para terminar a questão temos a crescente da guerra sobre o petróleo e o fanatismo islâmico.
Em breve veremos algumas bombas voando pela região e explodindo algumas usinas nucleares e o preço do petróleo sendo levado a valores inimagináveis para os nossos bolsos.
Assistam o Vídeo abaixo e pasmem. O bombardeio do Irã e suas usinas nucleares vai acontecer no máximo em 5 semanas.
Estou começando a achar que a Dilma fez todas as alterações na energia elétrica
porque ela não tinha opção. O Governo precisa segurar o dólar na casa dos R$
2,00 para ajudar a indústria. Se o BC precisar subir o juro, todos esse dólares
virão pressionar o câmbio. Com dólar a R$ 1,8 e China com mega estoques, para
quem nossa indústria vai vender?
O que estamos assistindo é o que eu venho falando que era o
caminho econômico.
China com
supercapacidade de produção e com 1,7 bilhões de pessoas para alimentar.
O QE3 não será diferente do QE2, ou QE1, lembra?
A revoada dos dólares
entrando no Brasil e o governo achando isso o máximo?
Quebrou a indústria de aço no país, para começar a conversa.
Nem se sabe o que está acontecendo em outros setores.
Os dólares que vão ser impressos vão voar para cá rapidinho
e o real vai a 1,50 ou abaixo disso.
Ajudará a conter a inflação? Não, não vai ajudar a conter a
inflação porque nossas exportações vão despencar.
Ninguém vem aqui para ajudar a vender produtos. Com a
inflação grassando acima de 7%, que é o que veremos em dezembro ou janeiro, o
governo vai voltar a aumentar os juros, na marra.
A enxurrada então vai aumentar buscando renda, não
investimento, já que é certo que até meados de 2015 os juros do governo
americano vão estar a zero.
O que não quer dizer
que o mercado vai continuar comprando títulos americanos a juros de 0,23% em 2
anos ou 1,50% para 5 anos. As taxas do mercado já estão subindo só por causa do
QE3, quando deveria estar acontecendo o contrário.
Razão? Desconfiança na
moeda. E isso é apenas o início da
estória.
Assisti esse filme no
Brasil desde 1970 até 1996. E vi o que aconteceu com minhas empresas.
Uma coisa é certa, o mercado nao aceita manipulações na lei da oferta e procura, ele sempre se vinga.
Transferir a dívida dos bancos para os países? Onde temos
democracia pode não acontecer.
Eles escolheram a inflação porque simplesmente não podem
falar o número da dívida que os bancos têm em carteira. É um número “too big to
disclose”.
Se o mercado souber disso, ele entraria em pânico.
O furor do FED, dizer que vai imprimir dinheiro até que o
mercado retome o crescimento, está atuando no mercado, que está num pânico diferente.
O temor é de que essa
politica destrua o dólar e o euro. Por isso o mercado vai atrás de bens tangíveis,
como eu havia dito aqui há mais de 2 anos.
Essa é a nossa
realidade.
Porém... Não sabemos quando isso vai acontecer. Com o Dow a
15.000, 20.000 ou 100.000.
A alta não é por que
temos saúde econômica, é porque a doença é conhecida, já aconteceu antes, e o
final disso foi um desastre.
Veremos o que vamos
enfrentar daqui para frente.
Uma coisa é certa, os juros no mercado americano vão
explodir já no mês que vem.
Outra coisa certa é o preço do galão de gasolina ultrapassar
os U$ 5,00 já também em outubro nos EUA.
Aqui vamos ver a gasolina
acima de 3,50 nas bombas em 2 tempos, basta passar as eleições e, se o PT for
bem de votação, é perigoso que a politica do governo deixe chegar aos 4,00.
Em suma, não sou nem
um pouco otimista com o futuro. No momento quero aproveitar a alta.
Apesar de o mercado ter largamente antecipado o movimento do
QE3, que foi contado, anunciado, antecipado ao mercado, este não esperava
tamanha fúria dos políticos.
Houve uma corrida imediata
para que as posições vendidas fossem fechadas e a corrida às compras foi
assustadora. O valor das compras anunciada pelo FED não foi dito, mas foi
deixado claro que não haverá limites. Sem limites, ninguém pode estar vendido e
lutar contra o FED.
Houve uma mudança
importante na função do FED. Ele não procura mais controlar a inflação e a taxa
de juros, mas sim, o desemprego. Isso quer dizer, em outras palavras, que as condições
da economia são muito piores do que nos informam.
O preço a pagar, que já está sendo remarcado, é: alta do petróleo,
alta da comida, alta dos metais, e com
eles, alta em toda a cadeia de preços.
Se a renda da população continuar baixa, e o desemprego se
mantiver firme e forte, o que o mundo verá será forte diminuição das populações
consideradas “classe média”. Caso contrário
vamos tentar entrar na antiga festa novamente.
É claro que o FED não conta com que os preços subam. Ele olha para a economia e vê ainda o perigo da deflação. Por quê? Qual é a razão por trás
dessa certeza do FED?
O mundo dá de ombros para essa preocupação do FED. Com todos
os estímulos dados ao mercado, em todos os países, inclusive aqui no Brasil, é
de se esperar que a economia retome o crescimento. Mas essa é a velha teoria.
Segundo o FED não é
preciso se preocupar com a inflação. (você compra isso?) A situação é ruim o
bastante para que esse monstro não apareça. Então, a velha teoria econômica ainda
está valendo?
Sim, é claro. Sendo assim o que teremos a seguir é:
Vamos correr atrás dos preços.
Vamos ter de aumentar as taxas de juros
Vamos ter aumento de atividade econômica até que estejamos
afogados pelos preços e a moeda não valer mais nada.
Em algum ponto no futuro teremos de jogar uma âncora e mudar
os zeros da moeda, ou a própria moeda. Isso irá acontecer com o Euro e o Dólar.
Haverá entrada de dólares especulativos no Brasil o bastante
para que o governo coce a cabeça de preocupação imediatamente.
Ou seja, tudo volta a ser conforme a teoria econômica.
Voltamos aos velhos tempos, menos no que tange às notícias. sendo boas ou ruins, as bolsas subirão.
Mas um adendo, mais uma questão.
Será que o mercado
acatará as opiniões dos críticos de tal movimento pelo FED?
Esperem para ver a reação ao menor sinal de inflação.