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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Enfim sabemos o porquê as bolsas americanas estão caindo.
No Balanço do FED de outubro nota-se que o QE3 não está
sendo posto em prática efetivamente.
Ou seja, o mercado subiu antecipando a entrada de US$ 40 bilhões
mensais, o que não está acontecendo. Desta forma os preços voltaram a cair nas
bolsas americanas.
É uma manipulação de mercado escandalosa. O mercado de renda
variável, depois dos QEs americanos e Europeus, jamais será o mesmo.
Está claro que, daqui para frente, o mercado toda vez que cair, deverá ser recolocado em seus patamares anteriores via impressão monetária, ou
programas de compra de dívidas do governo.
Veremos o que a natureza do mercado tem a dizer sobre estas manipulações.
Para começar a criação de empregos, 96.000 na última
contagem, contra a inclusão de 420.000 pessoas ou famílias, em apenas um mês, no
programa Food Stamps, que é um cartão de crédito fornecido gratuitamente às famílias
para que possam se alimentar.
E depois disso os talvez.
Quem sabe por que não há a efetivação do programa QE3?
Talvez uma ameaça aos políticos mostrando a eles que têm de
entrar num acordo para que o país possa aumentar o seu endividamento? Será o
FED pondo pressão nos políticos?
Talvez a constatação pelo FED do perigo macroeconômico que
está implícito na emissão de quantidades de moeda sem controle?
Dados econômicos ainda não divulgados dando conta de alta no
núcleo da inflação americana?
O Brasil vai crescer 4% em 2013, diz ministro.
O nosso Nos tradamos disse também que: “o investimento terá de crescer entro 8% e 10%”
caso contrário o crescimento não acontecerá.
Bem, certo deve estar o nosso ministro.
É fato que o mundo inteiro está mantendo taxas de juros baixíssimas
nos últimos 5 anos e consequências virão se a situação for mantida, como parece
que será.
Uma das consequências, já acontecendo, será o fechamento de
todos os fundos de pensão que garantem as aposentadorias. Ou isso, ou as bolsas
vão dar lucros exorbitantes durante a próxima década.
É fácil de inferir tal comportamento das bolsas, já que não
há nenhum retorno para qualquer operação de usura no mundo hoje.
São apenas governos e
bancos os que podem criar moeda e receber taxas de juros acima de zero,
descontada a inflação.
Gostaríamos de ver também inflação zero senhor ministro,
pois crescer 4% com inflação de 10% ao ano é fácil, não é?
A classe média brasileira está acostumada a viver de renda. Altas
taxas de juros pagas pelo governo, para conseguir rolar as suas dívidas e
desmandos, acostumaram nossa população, que entendia, e podia, a fazer sua renda
financiando o governo.
Nos últimos tempos, cinco anos, nosso governo vem aproveitando
o movimento cíclico mundial de taxas de juros zero, acionadas em todos os
blocos econômicos. Por isso gabam-se os nossos governantes de que nunca antes
nesse país se viu taxas de juros tão baixas.
Qual é a magica?
Não há magica, mas sim uma sacanagem generalizada dos países
“ricos”, que na verdade estão falidos, quebrados, e se ocupam desse subterfúgio econômico para abaixar o valor de seus débitos, dizendo à população que esse
movimento visa fazer a economia crescer.
De uma forma ou de outra, esse ciclo econômico está mudando
o status quo. O que virá não pode ser previsto, nem por mim, nem pelo ministro,
nem por ninguém.
A manada dirigida ao matadouro.
Vamos entender o que está acontecendo com a economia global.
Temos três grandes grupos lutando pelo mercado. Europa e periféricos,
EUA e periféricos, e China e periféricos.
A competição entre esses grupos é forte e impulsionou a
globalização ao mesmo tempo em que manteve os preços e a inflação sob controle.
Criou também alguns trilhões de dívidas para atingir esse
crescimento. Não é culpa do comércio a crise, mas sim da riqueza que ele criou
e de como os bancos multiplicaram, via moeda fiduciária, essa riqueza.
O câncer da economia de mercado, controlada por socialistas
no poder, é o dinheiro fiduciário, junto com os gastos públicos, criando uma
sociedade justa e igualitária que, por algum tempo, mantém esse tipo de politico
e sistema no poder.
Na Grécia no momento vemos exemplos de civilidade, mas
dinheiro, nenhum,
Veja o aviso colocado num Hospital de Atenas
ATHENS, Greece – A sign taped to a
wall in an Athens hospital appealed for civility from patients. "The
doctors on duty have been unpaid since May," it read, "Please respect
their work."
Read more: http://www.foxnews.com/world/2012/11/01/ripped-apart-by-financial-crisis-greek-society-in-free-fall/?intcmp=trending#ixzz2C0G3lLQm
Read more: http://www.foxnews.com/world/2012/11/01/ripped-apart-by-financial-crisis-greek-society-in-free-fall/?intcmp=trending#ixzz2C0G3lLQm
A placa diz:
Os médicos em serviço não recebem salário desde maio. Por
favor, respeitem o trabalho deles.
Os três blocos estão tentando fazer a economia crescer criando
mais dívidas, aumentando o dinheiro fiduciário disponível, imprimindo dinheiro
para salvar os bancos e devolver a eles o dinheiro perdido pelo não pagamento
dos papagaios pelo público em geral.
Crescimento econômico é a única verdadeira saída para eles. Segundo
a teoria deles se a economia crescer eles podem receber mais impostos e pagar a
dívida.
Pergunto: Porque não
a pagaram quando a economia estava crescendo?
Por que não é a natureza dos socialistas e banqueiros. Os políticos
querem faturar mais e gastar mais, enquanto os banqueiros querem criar dinheiro
em cima dos seus depósitos, quanto mais, melhor.
Caso a economia volte a crescer, a dívida voltará a crescer
até a próxima crise. Aliás, a dívida continua a crescer mesmo sem que a
economia cresça. Politico quer mesmo é gastar.
Desta forma, essa conversa toda ai do tal de Fiscal Cliff, só
vai servir para mostrar ao mundo que mais uma vez vamos empurrar o pagamento
das dívidas com a barriga.
Agora, com os banqueiros mais calmos, já que receberam
alguns trilhões de dólares e jogaram o preço do ouro a 1750 dólares a onça, estão
garantidos para poder manter o povo com a devida canga no pescoço, conforme é o
desejo dos políticos.
É uma pena que alguns paguem a conta pela maioria, mas essa
é a historia da humanidade.
A conta já está sendo cobrada, mas não sai do bolso
dos poderosos, sai do bolso do trabalhador pagador de impostos, que acha que
seu padrão de vida é maravilhoso.
domingo, 11 de novembro de 2012
O que vai acontecer com os mercados até janeiro?
Vamos ver uma repetição do passado recente quando a
esperança era o lançamento dos QE, mais precisamente do QE3 infinito.
No entanto o evento agora é o chamado Fiscal Cliff, onde os
EUA vão aumentar impostos, ou deixar de conceder isenções, que até janeiro de
2013 são permitidas por lei. Por outro lado também terão de cortar custos que o
presidente Obama quer com a sua lei aprovada sobre o Health Care.
Com a economia feita pelos cortes de custos e aumento de
impostos, o déficit público americano cairia para padrões aceitáveis ao longo dos
próximos 10 anos.
No entanto há quem diga
que esse movimento macroeconômico, no atual momento, isto é, em meio à crise econômica
– que só exista de verdade para essas pessoas quando lhes convém, como agora –
levaria a economia americana de volta à recessão.
E nesse vai e vem de opiniões, você deve estar preparado
para o imponderável no mercado. A cada dia que passa os humores estarão ora
bons e as bolsas em alta, e ora ruins e as bolsas em queda.
Um dia as contas devem ser pagas ou apagadas dos balanços,
mas não precisa ser imediatamente. Portanto há munição dos dois lados,
principalmente porque o FED continua dando dinheiro para os bancos e resgatando
aquelas notas hipotecarias que simplesmente não foram pagas. Essa conta vai
para cidadão pagador de impostos.
Com esse movimento, os políticos pretendem fazer o povo
pagar a conta e devolver o dinheiro que os poderosos banqueiros e conglomerados
econômicos perderam no mercado.
Será que um dia o povo vai perceber que é enganado por eles?
O tal de Bull market atualmente é mais ou menos o que se vê nessa foto.
Quem segura o mercado é o burro do povo
sábado, 10 de novembro de 2012
Eita Português porreta.
Não é nem de longe assunto na mídia brasileira a situação de
Portugal frente à União Europeia. Nossa televisão, e jornais, não tomam
conhecimento e nem informam a contento o que se passa na Europa.
Mas nos países considerados “da periferia” na Europa, os
tais Piigs, que no início da empreitada do Euro como moeda, foram “usados” como
consumidores potenciais dos produtos alemães, a situação não é das melhores hoje em dia.
Na época o tratado
dizia, e ainda diz, que o déficit público não poderia passar de 3% do PIB.
Alguém foi fiscalizar? Claro que não, tinham uma moeda única
e cada um por si nos Estados soberanos.
Deu no que deu. A festa foi boa, todo mundo enriqueceu,
inclusive boa parte do povo. Esse era o exemplo de civilização dado pelos
europeus ao mundo.
Todo mundo adorou, até mesmo os americanos que trocaram, no
partido democrata, os democratas pelos socialistas de carteirinha.
Os governos então, eleitos pelo povo, intensificaram a
intervenção estatal na economia. A cada dia mais se vê que os poderosos do
mundo, socialistas, querem agora um governo mundial. O assunto é realmente
complexo, intrigante e controverso. Mas esse post não quer tratar disso, e sim de uma
simples pessoa que está ameaçando os poderosos, ele mesmo, um poderoso no
passado.
Sim, eis que surge um portuguesinho, cabeça grande, joelhinho,
fimose, que nos idos de 1974 comandou em Portugal o golpe de 25 de abril de
1974 ameaçando:
O coronel Otelo Saraiva de Carvalho
alertou hoje em Peniche que o protesto dos militares é "um aviso para o
Governo recuar na austeridade", sob pena de poder haver uma
revolução popular apoiada pelas forças de segurança e militares.
O capitão de Abril afirmou aos jornalistas que a manifestação
militar de hoje "é um aviso para que, ou através da renegociação da
dívida ou de qualquer outro meio, o Governo possa recuar nas medidas
brutais de austeridade".
Se não for tido em conta, o militar,
que comandou o golpe de 25 de Abril de 1974, defendeu que, perante o
descontentamento popular, o Governo pode-se ver confrontado com "uma
revolução a sério por parte do povo, incontrolável, em que as forças
armadas e de segurança podem vir a não dar apoio ao Governo e só intervir
para evitar um surto de violência extremo".
Para Otelo Saraiva de Carvalho,
as razões do protesto de hoje "são perfeitamente justificadas",
tendo em conta "a retirada de receitas" que "está a
prejudicar e a violentar as garantidas de contrato" dadas aos
militares, como são exemplos a redução das pensões e subsídios e a
alteração dos limites de idade para passarem à reserva.
reportagem completa aqui:
Esse é um fato que nos mostra, sem sombra de dúvida, que os
países da Europa estão sendo empurrados para a austeridade, de onde nunca
deveriam ter saído, diga-se de passagem.
Austeridade quer dizer cortes de benefícios, aposentadorias,
salários de pessoal que trabalha para o governo, reforma salarial no setor
privado, aumento de impostos e por ai vamos. Não é preciso maiores explicações,
não é?
O resumo da historia é o seguinte:
Não há mais dinheiro, mesmo depois daqueles trilhões de
Euros impressos.
Cadê aquela grana
toda?
No bolso dos
militares portugueses certamente não está.
Estão quebrados, essa é a verdade absoluta. Em tempo até a Alemanha vai entrar na dança.
É muito fácil fingir ser rico imprimindo dinheiro ou fazendo dívida, não é?
Outras manchetes de Portugal.
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/11/10/estudo-identifica-aumento-de-insolvencias-e-dissolucoes-de-empresas-nos-acores
Outras manchetes de Portugal.
Estudo identifica aumento de insolvências e dissoluções de empresas nos Açores
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/11/10/estudo-identifica-aumento-de-insolvencias-e-dissolucoes-de-empresas-nos-acores
Matosinhos chegou a ter mais de 50 fábricas de conservas mas apenas quatro continuam em atividade.
J Wagner.
prof. Paulo..
o gov. brasileiro tem fôlego para manter o dólar neste patamar quando ele cair lá fora? Ou a mídia conseguirá manter este "nível cerebral" nos compradores de ações?
pergunto isso pq está hilário ver os canais de notícias..
O mercado está sendo sustentado pela burrice alheia?
o gov. brasileiro tem fôlego para manter o dólar neste patamar quando ele cair lá fora? Ou a mídia conseguirá manter este "nível cerebral" nos compradores de ações?
pergunto isso pq está hilário ver os canais de notícias..
O mercado está sendo sustentado pela burrice alheia?
No momento comprar dólares já não é uma preocupação de nosso
governo. Para manter esse patamar o governo fez um grande esforço na impressão
de moeda para comprar os tais dólares que costumavam entrar no país.
Mas esse mês passado
nossa balança comercial foi positiva em apenas 1,7 bilhões de dólares aproximadamente.
A tal crise está tornando as coisas relativamente fáceis no que tange o valor
do dólar em relação ao valor do real. A situação mudou para a direção
contrária.
Quanto à quedado dólar lá fora, vamos ter de esperar algum
tempo. Agora a bola da vez vai ser o Euro.
Com a posição que os países mandatários da
zona do euro estão obrigando os periféricos a tomar em relação às contas
publicas, isto é, devem diminuir o déficit público, é quase certo que a Europa vai
enfrentar uma recessão.
Em seguida vai ser a vez dos EUA pagarem a conta. Ai eles é
que vão entrar em recessão.
Esse é o movimento certo, economicamente falando, a se
fazer. Conserto das economias por fases, sem deixar a crise se agravar.
Só que esse plano, em minha opinião não vai dar certo. Quando
a recessão na Europa ficar evidente, e se por acaso arrastar a França e a Alemanha
para o redemoinho, poderemos ter um vendaval econômico global.
O perigo dessa situação é a tomada de decisão dos governos em darem continuidade à impressão monetária, e
a inflação acontecer de maneira global.
O fato dos dirigentes das economias ricas quererem que a
crise seja esquentada em banho-maria, simplesmente comprando tempo com dinheiro
impresso, impõe esse risco inflacionário, isso não se pode negar.
Eles avaliam que é preferível
um pouco de inflação a uma espiral deflacionária.
Então fique tranquilo, porque se a inflação vier e o dólar se
desvalorizar mesmo, não adianta você ter nada que não seja um bem tangível nas
mãos. (ouro, prata, terras agriculturáveis e com água, ações de empresas
ligadas as commodities)
Aqui no Brasil vamos enfrentar a inflação, já estamos com
uma inflação na casa dos 9% ao ano na vida real.
Mais três meses e a situação
vai sair do controle governamental. Então o governo vai ter mais é de vender dólares
para manter os preços baixos.
Isso é exatamente o que o governo queria, portanto fique
preparado.
Se a crise se agravar do lado do consumo e da deflação tudo
se inverte para o Brasil. Nesse caso vamos vender menos em termos de valor
monetário, porque os preços dos produtos exportáveis vão cair por um tempo. O dólar
vai subir já que teremos pouco dólar entrando no país e os preços dos produtos
industriais brasileiros vão parar na lua. Exatamente como era nos anos 80/90.
Quanto às bolsas, se houver recessão lá fora, vamos cair
para o patamar dos 40.000. No caso da inflação acontecer, a coisa pode explodir
de maneira incontrolável para cima, mas isso de pouco adiantará.
Estou torcendo feito corintiano para que as coisas se
acalmem, e parece que está dando certo. Se o povo americano consentir um
aumento de impostos da ordem de 10% por lá, mesmo que aconteça uma leve
recessão, as coisas voltam a andar corretamente.
Então fique atento para virar a mão para as compras se a
inflação começar a aparecer nos índices Americanos e Europeus principalmente, e
fique vendido se quem ganhar for a deflação e uma recessão aparecer. Reze para
que seja leve e breve.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Estranhamente a mídia está quieta.
Na verdade estão todos desentendidos, mais perdidos que amendoim
em boca de “banguelo”.
Só falam porque têm de preencher o tempo. Mas explicações e
qualquer outro assunto que fale do pânico em que o mercado americano entrou e
que está devastando os preços.
Ficam apenas
perguntando em que é que as pessoas que
representam fundos, de qualquer espécie, vão
investir daqui para frente.
Semana passada a
crise havia terminado, e agora ela está entrando na fase do Fiscal Cliff,
segundo eles.
Clique no gráfico e veja o Fibonacci em ação.
Próximo movimento global.
Como é que se pretende acabar com as dívidas globais dos
Estados socialistas?
Aumento de impostos.
Tenho dito.
E assim que isso acontecer o mercado vai explodir de emoção.
Serão três meses de boas altas.
Depois a recessão
tomará o controle para colocar os preços de volta onde devem estar.
Prepare o bolso porque ou pagamos a conta, ou o socialismo
acaba.
Mas isso é bom, vamos poder prorrogar a festa com a sua contribuição voluntária.
A matemática está fechando as cortinas sobre o mercado, não há mais tempo a ser ganho e todos já sabem que imprimir dinheiro não é a solução.
Como quedas fortes no mercado não são permitidas, pelo
simples fato de não serem desejáveis para a manutenção do Status Quo politico e
econômico, o ajuste natural da economia capitalista está sendo impedido de
acontecer.
Sabemos todos que isso não é possível.
Caso a solução da crise venha pelo ajuste natural do
mercado, quanto mais tardio for o evento, mais caro ficará para a população.
A matemática está fechando as cortinas sobre o mercado, não há mais tempo a ser ganho e todos já sabem que imprimir dinheiro não é a solução.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
E agora José?
Com as bolsas caindo, as economias parando, protestos ao
redor do mundo. O que os dirigentes do mundo e dos Bancos centrais têm a nos
oferecer? Mais dinheiro impresso?
Não, eles não têm nada a mais a oferecer. Apenas a
manipulação da população pela mídia é que pode ser a arma para acalmar os ânimos.
A conversa agora nas TVs especializadas é sobre o tal de Fiscal
Cliff. O tal de abismo fiscal que supostamente os EUA ainda não caiu.
Mal sabe o povo americano
que esse buraco já estava pronto desde 2005. Eles estão atolados em dívidas monstruosas,
engajados em guerras que comem o dinheiro do orçamento, e não perdem a empáfia
nem a soberba.
Não há mais discurso capaz de fazer o mercado subir. Até o
maior vendedor de hambúrguer do mundo mostrou queda fortes em suas vendas, a
primeira vez desde 2003. Mesmo na crise das bolsas em 2008 ele não deixou de
vender seus sandwiches.
Clique na imagem para ver os candles corretamente
Vai saber onde essa queda irá parar? Os próximos dias serão
de fortes emoções.
Veremos o que os políticos vão inventar agora para fazer as
bolsas subirem. Discurso e salvação de banco quebrado não adiantam mais.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
O que o mercado americano espera de Barraca Obama?
Na verdade a situação não pode ser inteiramente jogada nas
costas do presidente da esperança. Os gastos
americanos não são apenas socialistas, são também republicanos, jogados às
feras das guerras em andamento e anteriores.
A economia americana, pelo menos parte dela, gosta da
guerra.
Nesta segunda-feira e terça-feira, os mercados estavam
contentes. Havia uma tênue possibilidade do que os Republicanos vencessem a
contenda. Mas, nada, não há mais esperança para a direita no mundo.
Quem vota nos socialistas é o povão, comprado com drogas,
promessas de bolsas família, empreguinhos diretos e indiretos, enquanto a
comilança dos políticos e amigos do rei fica com as concessões, as propinas e
os grandes negócios que o Estado patrocina.
É vergonhoso, mas é a nossa realidade. Lutar contra ela não
é mais possível. Está tudo controlado, devidamente dividido entre o rei e seus
amigos.
O mercado, no entanto sabe das coisas. O dinheiro já se
prepara para deixar rolar a guilhotina nos pescoços dos compradores de ações.
Este é o gráfico intraday do Dow Jones, quando caia mais de 330 pontos.
Os compradores de ações vão sair correndo para
a compra física de ouro e prata.
Clique na imagem para ampliar e ver os candles
Esse é o gráfico do ouro, retomando sua alta em preparação à inflação e à queda do valor do Dólar.
E para emprestar dinheiro aos EUA, no intuito de que esse
role sua dívida, começará a se mostrar difícil.
Clique na imagem para ampliar e ver os candles
Esse é o Gráfico das taxas de juros para os títulos da dívida americana de 10 anos. Reparem na porrada que o candle de hoje fez para cima.
Se o mercado sair comprando ouro físico, e deixar de comprar
títulos americanos, o caos se estabelecerá no mercado assim que a maioria dos
agentes do mercado perceberem o movimento.
Não vai ter boiada
que passe pelo estreito portão da escassez de ouro no mercado de entrega física.
Essa é o que os gráficos estão mostrando ser a aposta
inicial do mercado. Passamos os últimos quatro anos aguardando as Mudanças do
Barraca, que não aconteceram. Os últimos seis meses passamos com a esperança de que o
povo então recolocasse os capitalistas no poder.
Agora a vingança dos
capitalistas. Vão deixar o barco seguir sua rota, sozinho.
É bom saber nadar.
Os mercados estão falando alto.
Foi um derretimento total, nos EUA, Europa, e está madrugada na Ásia vamos ter mais do mesmo, quedas.
O fato nas democracias é que quem sempre vence é a maioria, portanto podemos esperar no mundo a vitória incontestável da esquerda, e em breve futuro, das ditaduras.
Enquanto o povo vota para colocar os lideres socialistas no poder, o mesmo povo ataca a autoridade dada aos governantes para manter a situação.
O que está acontecendo agora, neste momento na Grécia, ilustra muito bem a situação.
Os socialistas gastaram tudo o que podiam, distribuíram tudo o que puderam emprestar dos bancos, agora na hora de pagar a conta, já que os bancos não mais emprestam dinheiro à Grécia, o povo, que ficou com as migalhas, jogam bombas na policia numa situação em que o governo estabelecido se vê obrigado a usar a força bruta também.
A situação está muito perto de “incontrolável”.
Parece ser uma situação de suicídio coletivo. Não adianta
votar e escolher, pois as escolhas dadas serão ambas causadoras do mesmo caos,
que se aproxima.
Não quero parecer catastrofista, mas os nossos profetas
parecem que vão errar por pouco desta vez, não é?
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