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domingo, 18 de novembro de 2012

Vamos simplificar os fatos.



A conta corrente da maioria dos Estados ficou negativa depois da globalização. Isso quer dizer que eles compraram mais do que venderam. Isso é fácil de arrumar, basta deixar a moeda se desvalorizar, os produtos internos ficam mais competitivos e. Pronto!  A conta corrente volta a ser positiva. Só precisa combinar com o outro concorrente que ele vai ter de ficar pobre em seu lugar.

 A carteira do Estado está deficitária. Isso é, arrecada menos do que gasta. Isso também é fácil de arrumar.
Basta aumentar os impostos.

Ai entra a politica, o poder, a ganancia por ele.

Enquanto o que conduz o sistema está equilibrado entre oferta, demanda e preços, é possível controlar a turba consumidora. Caso tenhamos algum tipo de desequilíbrio entra lá a instituição criada para tomar conta e regular o sistema, o Banco Central. Injeta ou tira dinheiro de circulação e pronto! Em dois tempos tudo volta ao normal.

Desta vez, as coisas não entraram em equilíbrio. O que saiu diferente?

O plano de dominação global, a ser iniciado pela  globalização foi criado para que o comércio, e o progresso fossem estendidos, e pudesse criar riquezas suficientes para que os Estados competissem comercialmente e não acabassem criando novas guerras por causa da ganância.

Segundo o plano, a riqueza deveria ser igualmente distribuída, os meios de produção deveriam ser divididos e controlados pelo Estado na forma da lei a ser criada. O Estado deveria prover sustentabilidade ao sistema e a distribuição de parte da riqueza seria feita pelo Estado, através de programas sociais.

Porém, não contavam com os pecados capitais inerentes ao ser humano.

Formaram uma elite dominadora e, quando um gajo escapasse da massa a ser controlada, seria fácil de fazer dele um novo rico, corrompendo a sua humanidade. Vide Lulla.

O plano não está dando certo. A turba não esteve nunca contente com a distribuição. Ficou claro que os poderosos consomem mais que a turba, e quando os poderosos precisam pagar a conta a jogam, em forma de impostos para a turba pagar, enquanto que a verdadeira riqueza, isto é os meios de produção, ficam nas mãos dos poderosos.

O que os socialistas têm a propor para inovar? Aumentar impostos, cortar gastos e mentir?

Mais ainda?

Bem, o que saiu errado é que a enorme complexidade criada pela situação econômica, também criou uma cultura que não pode mais ser controlada. Ninguém quer pagar a conta.

Todos pagarão, de uma forma ou de outra.



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